O analista Albino Manguene defendeu que a fiscalização, em determinados casos, deve ser realizada de forma surpresa para garantir a eficácia do processo e evitar a manipulação ou obstrução por parte dos fiscalizados.
Segundo explicou, a fiscalização consiste no ato de inspecionar, controlar e vigiar atividades, pessoas ou bens, com o objetivo de assegurar o cumprimento das leis, normas e regulamentos estabelecidos.
De acordo com Manguene, a decisão de avisar ou não uma fiscalização depende do seu objetivo.
“Há situações em que, se a inspeção for anunciada, o fiscalizado cria uma aparência temporária de ordem, escondendo problemas reais.
Nestes casos, a fiscalização surpresa torna-se necessária para revelar a realidade dos factos”, afirmou.
Comentando a recente ação de Ivandro Massingue, Manguene considerou que o mesmo estava a cumprir o seu papel enquanto fiscalizador, função que, segundo defendeu, deveria ser exercida por todos os deputados.
O analista recordou ainda o período em que Ivo Garrido exercia funções como Ministro da Saúde, destacando que fiscalizações surpresa contribuíram para melhorias visíveis nos hospitais, incluindo maior limpeza e um atendimento mais digno à população.
Sobre a presença da comunicação social, Albino Manguene sublinhou que a imprensa cumpriu o seu papel constitucional de informar.
Referindo-se à atuação da TV Sucesso, considerou que o órgão agiu de forma exemplar. “Num Estado de direito democrático, a imprensa é livre e pode aceder e reportar sobre assuntos de interesse público, salvo em locais considerados segredo de Estado ou de acesso restrito”, explicou.
Quanto à postura comportamental observada durante a ação, envolvendo o diretor do centro de saúde e o próprio Ivandro Massingue, o autor optou por não tecer comentários, limitando-se a reforçar a importância da fiscalização como instrumento essencial de transparência e boa governação.
O posicionamento foi assinado por Albino Manguene, que se identifica como “O Obreiro do Povo” e “O Obreiro do Evangelho”. Clique e acompanha na fonte...
