A modelo sul-africana Lerato Molwelang quebrou o silêncio após a ampla circulação de publicações nas redes sociais que alegam o envolvimento de jovens sul-africanas em produções de conteúdo digital remunerado.
As mensagens, partilhadas de forma massiva, têm gerado polémica e preocupação pública.
De acordo com relatos não oficialmente confirmados, algumas mulheres africanas estariam a receber cerca de 600 dólares norte-americanos por vídeo para participar em determinados projetos audiovisuais, havendo indicações de que algumas regressariam mais do que uma vez.
As informações têm sido acompanhadas pela divulgação de imagens, o que levantou debates sobre privacidade, consentimento e ética digital.
Na sua reação, Lerato Molwelang apelou à responsabilidade na partilha de conteúdos sensíveis e alertou para os riscos de acusações generalizadas que podem afetar a dignidade e a reputação de famílias inteiras.
Observadores defendem que o tema deve ser tratado com cautela, evitando julgamentos precipitados e a exposição indevida de terceiros.
Até ao momento, não há confirmação oficial por parte das autoridades sobre as alegações divulgadas online.
O caso reacende a discussão sobre o impacto das redes sociais, a proteção da imagem pessoal e a necessidade de verificação de informações antes da sua partilha pública.
