Uma mulher foi agredida por um grupo de cerca de 15 homens numa comunidade rural, sob alegação de que estaria envolvida em práticas de prostituição.
Segundo relatos locais, os homens terão interpelado a vítima e conduzido-a até à residência do líder comunitário, onde afirmaram que ela deveria ser punida, defendendo que “a prostituição deve ser praticada nas cidades e não no campo”. De acordo com testemunhas, o líder terá concordado com a acção, após o que a mulher foi espancada.
Não há, até ao momento, informações oficiais sobre o estado de saúde da vítima nem sobre eventuais detenções relacionadas com o caso.
O episódio está a gerar indignação e levanta preocupações quanto à prática de justiça pelas próprias mãos e à violação dos direitos fundamentais.
Autoridades apelam à denúncia de actos ilícitos às instituições competentes, reforçando que qualquer acusação deve ser tratada nos termos da lei e não por meio de violência.
