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Contractos de Joaquim Chissano com Kenmare e Mozal dão ‘dores de cabeça’ a Daniel Chapo


O primeiro ano do Presidente Daniel Chapo tem sido complicado pela tentativa de rever os contratos assinados nos anos 1985 e 1998, durante o governo de Joaquim Chissano, quando Moçambique atraiu investimento estrangeiro com benefícios fiscais generosos. 

Agora, ao tentar renegociar estes acordos para garantir benefícios mais justos para o Estado, Chapo enfrenta resistência das multinacionais.  

Como apurado pelo Índico Magazine, a Kenmare ameaça recorrer à arbitragem internacional após expirar o prazo de negociações sobre o aumento da taxa de royalty e a revogação do estatuto de Zona Franca Industrial; A Mozal encerrou a fundição de alumínio em 15 de março, após seis anos de negociações sem sucesso para a renovação do contracto de energia, com a South32 a considerar a tarifa proposta “totalmente insustentável”. 

O encerramento afecta cerca de 1.100 trabalhadores directos e 5.000 indirectos, levando a PGR a classificar a paralisação como “ilegal” e ameaçar crime de desobediência. Clique e acompanha na fonte....

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