Os hospitais públicos em Moçambique poderão continuar a enfrentar falta de medicamentos por mais um ano e meio. O Ministério da Saúde, liderado por Ussene Isse, anunciou que os fármacos recentemente encomendados podem levar até 18 meses (78 semanas) para chegar ao país.
Enquanto isso, pacientes relatam a ausência de medicamentos básicos, como paracetamol, em várias unidades sanitárias. Há também denúncias de que doentes são obrigados a comprar materiais hospitalares — incluindo luvas, lâminas e soro — para conseguir atendimento ou realizar cirurgias.
Além da escassez, surgem suspeitas de esquemas irregulares dentro de alguns hospitais, onde certos funcionários alegam não haver medicamentos disponíveis, mas depois indicam pessoas que os vendem, levantando dúvidas sobre possível ocultação de fármacos para venda paralela.
A situação aumenta a pressão sobre os cidadãos, muitos dos quais acabam por recorrer a clínicas privadas ou farmácias para garantir tratamento. Clique e acompanha na fonte...