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Esquema de 140 milhões de dólares lesa o Estado através de empresas fantasma


Um alegado esquema de lavagem de dinheiro, avaliado em cerca de 140 milhões de dólares, está a ganhar contornos cada vez mais preocupantes, após a detenção de Abdul Gafar, em Portugal.

De acordo com informações ligadas à investigação, os montantes foram movimentados por meio de uma rede composta por aproximadamente 43 empresas de fachada. Estas entidades fictícias eram utilizadas para fazer circular o dinheiro entre várias contas, criando uma estrutura complexa com o objetivo de ocultar a origem ilícita dos fundos e dar-lhes aparência legal.

As autoridades indicam que o esquema teve impacto direto nas finanças públicas, uma vez que o Estado não conseguiu arrecadar impostos sobre as transações realizadas, resultando em perdas significativas de receitas.

O desmantelamento parcial da operação só foi possível graças a um alerta emitido pela Interpol, que permitiu às autoridades portuguesas identificar movimentações suspeitas e agir rapidamente.

As investigações prosseguem e não está descartada a existência de outros envolvidos, incluindo indivíduos e empresas, podendo o caso estender-se a nível internacional.

Este episódio volta a evidenciar a sofisticação de redes financeiras ilegais, capazes de operar durante anos à margem da lei, movimentando somas avultadas sem controlo fiscal. Clique e acompanha mais...

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