Após a repercussão da reportagem sobre a alegada venda da Praia de Zalala, na província da Zambézia, o Governo moçambicano ordenou a suspensão imediata das actividades de pesquisa e prospecção de areias pesadas na região.
Segundo informações apuradas, a empresa envolvida não apresentou documentação legal que autorizasse a realização das actividades. Os responsáveis terão alegado que os documentos estavam na cidade de Maputo, justificativa que não evitou a aplicação de uma multa estimada em cerca de 3 milhões de meticais.
A situação gerou forte preocupação entre moradores e defensores do turismo local, uma vez que a Praia de Zalala é considerada um dos principais cartões-postais da Zambézia. Conhecida como a “Pérola da Zambézia”, a praia encanta pelas extensas areias brancas, águas mornas do Oceano Índico e pela famosa linha de casuarinas que embeleza a costa e atrai visitantes de várias partes do país.
📍 O caso continua a gerar debate sobre a preservação dos recursos naturais e a transparência na exploração mineira em zonas turísticas. Clique e acompanha na fonte....
