A Associação dos Profissionais Unidos e Solidários de Moçambique APSUSM anunciou que, desde Janeiro deste ano até ao momento, notificou cerca de 2.670 óbitos no País.
A organização associa directamente o aumento da mortalidade à greve em curso da classe médica e de enfermagem, destacando o impacto severo da paralisação nos serviços de saúde.
Outra denúncia grave apresentada pela APSUSM diz respeito à gestão de recursos hospitalares.
A agremiação garante que os armazéns do Estado possuem stock de medicamentos, mas acusa o Executivo de falta de vontade política para fazer a distribuição logística e abastecer os hospitais.
Diante do cenário de crise e do elevado número de óbitos, a associação diz que já avançou com medidas legais, submetendo uma petição junto à Procuradoria-Geral da República para que sejam apuradas as devidas responsabilidades. Clique e acompanha mais...
