Uma investigação divulgada pelo jornal Evidências aponta que o pagamento antecipado de cerca de 700 milhões de dólares ao Fundo Monetário Internacional (FMI) poderá estar ligado à actual crise de combustíveis no país.
Segundo a publicação, a operação financeira terá reduzido significativamente as reservas em divisas, situação que estaria a dificultar a emissão de garantias internacionais pelos bancos moçambicanos para o descarregamento de combustível nos portos nacionais.
Enquanto isso, continuam a aumentar as filas nas bombas de abastecimento, camiões permanecem parados em algumas estradas, incluindo troços da EN1, e diversos sectores começam a sentir os impactos da escassez de combustível.
Até ao momento, o Ministério das Finanças e o Banco de Moçambique ainda não se pronunciaram publicamente sobre os critérios usados na referida operação financeira. Clique e acompanha mais...
