O ANAMOLA apresentou uma queixa-crime junto do Procurador-Geral da República contra a presidente da Organização da Mulher Moçambicana, bem como contra dirigentes da FRELIMO, da Polícia da República de Moçambique e do Município de Maputo.
Em causa está a alegada utilização indevida de agentes policiais e de bens do Estado, incluindo um monumento público, durante as celebrações do aniversário da OMM.
Segundo o partido denunciante, tais práticas podem configurar violação das normas que regulam o uso de recursos públicos, exigindo a devida responsabilização dos envolvidos.
Até ao momento, as entidades visadas não se pronunciaram oficialmente sobre as acusações. O caso deverá agora seguir os trâmites legais junto das autoridades competentes. Clique e acompanha na fonte...
