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Agência Nega Envolvimento em Caso do Prado Desaparecido e Aponta Culpa a Intermediários


O caso do desaparecimento de um Toyota Prado dourado, matrícula AJM-030-MPV, continua a gerar polémica em Maputo, após a agência Indigo negar qualquer envolvimento directo no alegado esquema de desvio da viatura.

Em entrevista, representantes da empresa afirmaram que o nome da agência teria sido utilizado sem autorização por intermediários conhecidos como “nhonguistas”, que alegadamente realizaram o negócio fora das instalações da empresa e sem conhecimento formal da direcção.

Segundo a versão apresentada, indivíduos identificados como Alberto Mabunda, Nildo e uma jovem chamada Laís terão procurado uma viatura para um cliente que pretendia viajar para a África do Sul. A agência sustenta que uma funcionária retirou um contrato das instalações e o entregou aos envolvidos, permitindo que o acordo fosse realizado informalmente.

O desaparecimento da viatura levanta várias dúvidas, sobretudo depois do sistema de rastreamento deixar de emitir sinal e surgirem informações de que o dispositivo teria sido removido do carro. Enquanto isso, o Toyota Prado, avaliado entre 1,4 e 1,8 milhão de meticais, continua desaparecido, aumentando suspeitas sobre uma possível rede organizada de desvio de viaturas na capital moçambicana. Clique e acompanha mais...

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