Quatro jovens angolanas denunciaram alegadas práticas de exploração sexual num SPA localizado no bairro Benfica, na província de Luanda, supostamente gerido por uma cidadã chinesa residente em Angola há cerca de 15 anos.
Segundo uma reportagem exibida pelo programa “Fala Angola”, da TV Zimbo, as denunciantes afirmam que eram pressionadas pela gerência do estabelecimento a manter relações sexuais com clientes como parte das atividades desempenhadas no local de trabalho.
As jovens relatam que recebiam um salário mensal de aproximadamente 50 mil kwanzas e alegam que eram frequentemente ameaçadas com despedimento caso recusassem cumprir as exigências impostas pela administração do SPA.
O caso está a gerar forte repercussão nas redes sociais e entre a opinião pública, levantando preocupações sobre possíveis situações de exploração laboral e violação dos direitos das trabalhadoras. Até ao momento, não são conhecidas reações oficiais das autoridades competentes nem da proprietária visada pelas acusações. Clique e acompanha mais...
